sábado, 17 de julho de 2010

QUAIS SÃO AS CAUSAS DO TERROR NO RIO DE JANEIRO?

Os olhos do mundo se voltam para Rio de Janeiro, uma das cidades mais importantes do sob o ponto de vista do turismo. Agora o que se ouve falar é na guerra entre policiais e bandidos. Ninguém em sã consciência se arrisca agora a visitar a capital carioca, a não ser que tenha obrigação de ir ao local.
Fico aqui vendo, ouvindo as notícias que chegam do Rio pela Mídia, vários especialista são convidados pelas emissoras de Rádio e TV para darem suas opiniões sobre o fato. E até agora não vi e nem ouvi nenhum especialista falar de fato sobre o que realmente gerou esse inferno que vive os cariocas. Gente ninguém comenta, por exemplo, que um soldado da policia militar no Rio de Janeiro recebe um salário de fome, cerca de pouco mais de R$: 1.000,00 (mil Reais), sim é verdade um soldado militar que tem obrigação de ir para as ruas trocar tiros com bandidos no Rio de Janeiro recebe exatamente, R$: 1.400,00; isso porque recebe uma bolsa de ajuda de custo de R$: 400,00. Infelizmente com esse salário de fome muito policiais viraram bandidos. Sim é verdade. Tem muita gente na policia carioca que ajuda aos criminosos. É preciso sim que o Estado não ceda e faça sua parte para devolver a paz aos cariocas, mas não se pode esquecer-se de atacar o problema na raiz, a polícia carioca precisa ser valorizada e ainda tem que se fazer um trabalho muito grande para tirar da policias, o pior dos bandidos que existe no mundo, ou seja, o policial bandido.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Rádio Comunitárias a democracia da comunicção


A primeira conquista desse movimento foi garantir na CF/88, dispositivos para democratização da comunicação, com a regionalização e a criação do Conselho de Comunicação Social, no âmbito do Congresso Nacional, instaldo depois de 11 anos da sua criação.
A segunda conquista foi a instalação do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), o qual tem participação de mais de 300 entidades (nacionais e regionais), da sociedad organizada, federações, confederações, centrais sindicais, movimrntos populares, sindicatos, associãções. ONGs, etc. e promove um profundo debate nacional sobre o tema.
Radiodifusão comunitária sem fins lucrativos, com pluralidade na programação e na gestão pública. Isso signifca que a emissora comunitária deve:
* Ser fruto da iniciativa de agrupamento de pessoas e entidades da localidade, em torno de uma associção sem fins lucrativos.
* Buscar contemplar a diversidade a diversidade de segmentos existentes na comunidade, como de moradores, o cultural e artístico, o de agricultores, o de produtores rurais, o de feirantes, o da educação, o da saúde, o do meio ambiente, o do setor produtivo, o do setor de serviços, o de donas de casa, etc.
* Pratiucar uma programação inclusiva, para que todos os excluídos da midia convencional tenha vez e voz.
Uma RadCom tem potencia de 25 W ERP, com atena a 30 M de altura. Isso significa que, dependendo da topografia da localidade, essa emissora pode alcançar até 30 Km de raio podendo cobrir a area da maioria das cidades brasileiras.
Para atingir áreas rurais mais distantes, é preciso que seja montadas emissoras nos próprios povoados, vila urbanas, nos assentamentos, nas aldeias indígenas, etc. Ou então, o mais correto é conseguir que seja aumentada a sua potenica para 250 W, conforme reivindica a Associação Brasileira de Radiodifusão Cominitária (ABRAÇO).
O principal papel de uma Rádio Comunitária é o de democratizar a circualção de notícias e informações de interesse da comunidade onde ela se insere.
É colocar para os cidadãos e cidadãs as várias versões que se tem dos fatos. É dar luz à diversidade. É Promover e estimular a democracia de idéias e meios. É democratizar a sociedade. E hoje no Brasil só as Rádios Comunitárias fazem isso, pois as chamadas Rádio Comerciais, ou são de grupos politicos e pertencem a ceitas religiosas, assim só divulgam o que lhes interessam. E o pior as Comerciais, hoje fazem as chamadas Cadeias de Rádio, e aí não divulgam nada, das cidades do interior, fazendo programas enlatados, produzidos nas capitais, que tem uma realidade bem diferente da das cidades do interior. O povo precisa das RadCom. É preciso que a potencia da RadCom, hoje o veiculo de comunicação mais democrático e proximo do cidadão tenha sua potencia aumentada para que sua programação chegue ao homem do campo levando-lhe as informações que o mesmo precisa, inclusive para produzir mais e melhor. Para um plantador de arroz, por exemplo, não basta ouvir as noticias dos crimes de São Paulo, Rio de Janeiro, as corrupçãos e devidos de verbas públicas, ele precisa saber, por exemplo, notícias da cidade sede do seu municipio, informações sobre as atividades do seu sindicato, da secretaria de Educação do seu estado, do seu municipio. E isso só vai chegar até ele, através da Radio Comunitária da cidade do seu municipio. Pois a Rádio Comercial da cidade, tem dono, é um politico interessado a se manter no poder, ou ,é um pastor, que precisa usar toda a programação da rádio para arrecar o dízimo para manter a sua igreja. Só existe uma saída. Aumento de potencia das RadCom.